Instituto Nzinga

Em suas três décadas de existência, o INCAB promoveu diversos eventos, projetos educativos e culturais e oportunidades de trocas entre várias gerações de capoeiristas, artistas, pesquisadoras/es provocando-as/os a refletirem sobre o atual cenário da capoeira, fomentando a visibilidade da presença das culturas negras no Brasil e no mundo.

O INCAB representa os diversos núcleos do Grupo Nzinga no Brasil e no mundo: Salvador, São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Kyoto, Maputo, Buenos Aires, Guadalajara, Cali, Marburg, entre outras cidades ao redor do mundo.

Viabilizamos nossas atividades principalmente através de trabalho voluntário, investimento das próprias pessoas do coletivo (doações) e apresentações culturais. Ocasionalmente recebemos apoios governamentais de projetos específicos, como: 

  • Projeto de Cooperação Técnica Sul-Sul – Conexão Brasil-África “Mandinga na Sala de Aula”, entre Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores e Governo do Moçambique (2012);
  • Prêmio Cultura Viva e Espaços Culturais – Lei Paulo Gustavo – Prefeitura de São Paulo, 2023; 
  • Edital Prêmio Cultura Viva – Sérgio Mamberti, Ministério da Cultura, 2023. 

Historiadora, doutora em Educação, professora do Departamento de Estudos de Gênero e Feminismo, do Programa de Pós-Graduação em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo e do Doutorado em Difusão do Conhecimento, da Universidade Federal da Bahia Coordenadora do Grupo de Pesquisa NEIM – Gênero, Arte e Cultura e pesquisadora do A Cor da Bahia – Programa de Pesquisa e Formação em Relações Raciais, Cultura e Identidade Negra na Bahia. Mestra de Capoeira Angola, é co-fundadora e coordenadora do Instituto Nzinga e Estudos da Capoeira Angola e Tradições Educativas Banto no Brasil – INCAB. Se dedica à pesquisa sobre ações afirmativas em educação e cultura afro-brasileira, com foco nos estudos sobre capoeira, cultura e religiões de matrizes africanas

Professora Titular do Departamento de Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), e docente do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais e do Programa de Pós-Graduação em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo (PPGNEIM). Pesquisadora do A Cor da Bahia – Programa de Pesquisa e Formação em Relações Raciais, Cultura e Identidade Negra na Bahia. Compõe a diretoria da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS). Mestra de Capoeira Angola do Grupo Nzinga de Capoeira Angola. Se dedica à pesquisa sobre racismo, antirracismo, interseccionalidade, gênero, culturas negras diaspóricas, e processos de identificação.

Cantor, compositor, dançarino, ator e pesquisador brasileiro, fundador do Grupo Cupuaçu. Mestre de Capoeira Angola do Grupo Nzinga de Capoeira Angola, além de dirigir espetáculos, coordena equipes de arte-educadores, ministra cursos de danças populares e lidera a Festa do Bumba meu Boi no Morro do Querozene em São Paulo. Estimula a formação de novos grupos de pesquisa e prática de danças populares e a partir de suas aulas que surgiram os grupos Saia Rodada (Campinas), Retalhos de Cultura Popular (Londrina), Flor de Babaçu (Brasília) e Encaixa Couro (Belo Horizonte).

Montadora e documentarista formada pela EICTV (Cuba), com especialização em direção de documentários pela Salford University (Inglaterra) e graduação em Comunicação Social pela USP. Desde 2005, é sócia da Avoa Filmes. Coordena o Laboratório Cena 15 – Cinema, na Escola Porto Iracema das Artes. Mestra de Capoeira Angola do Grupo Nzinga de Capoeira Angola.

Dançarino, ator, compositor, pesquisador das tradições e ensinamentos Bantu de nação Angola no Brasil. Taata Kwa Nkisi do Nzo Mutalambô ye Kaiongo, Salvador. Fundador e coordenador da Casa dos Olhos do Tempo que Fala da Nação Angolão Paquetan. Realiza palestras, workshops e oficinas de danças ‘Pé no chão’, dos ritmos e movimentos corporais dos orixás, inquices e voduns.

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